Viver consciente e presente em tudo o que fazemos no nosso dia a dia.
Isso significa ter atenção plena em cada atividade realizada, em cada momento vivido — sem pensar no que passou e sem se preocupar com o que virá.
“Pensamentos no passado ou no futuro nos mantêm afastados do presente.”
Jamie Sams
Não é uma tarefa simples, não é mesmo?
Somos bombardeados por tantas informações e situações que fica difícil alcançar esse estado de presença e consciência a todo momento.
Mas é quando estamos conscientes e presentes no que fazemos que se torna muito mais fácil enfrentar os desafios diários. Porque existe foco, atenção — que geram análise, clareza e discernimento.
É quando se vive o presente que as sincronicidades acontecem, que as oportunidades surgem, que a “mágica” da vida se revela.
Por isso, uma das práticas principais do Xamanismo é a auto-observação.
É se observando que tudo começa a ser compreendido — e o novo passa a ser construído.
Observar o que você fala, o que escuta, o que enxerga, o que pensa, como age — e quem, o quê e de que forma pessoas e situações influenciam a sua vida.
Para assim viver o agora de forma leve, sábia e sutil.
Texto incompleto
Para muitas mulheres, pensar primeiro em si é sinal de egoísmo. Ainda mais para as que são mães.
Então bora pensar nos filhos.
O seu corpo emana vibrações energéticas a partir do que você sente e não do que você pensa ou do que diz.
Isso significa que você transparece quando está feliz e também quando está infeliz. Quando se sente completa e quando sente um vazio. Quando se sente amada e quando se sente insegura.
Se são os filhos a maior preocupação e se você transparece o que vibra, não é justo
Será mesmo que pensar primeiro em si então é egoísmo?
Até os 7 anos de idade as crianças aprendem pelo que veem e não pelo o que ouvem, basta pensar na sua infância, o que te marcou mais? Acontecimentos ou palavras que lhe foram ditas?
Se transparecemos quando estamos felizes, também não transparecemos quando estamos infelizes? E se os filhos se tornam a maior preocupação, não vale pensar o que realmente queremos ser de exemplo, já que eles aprendem muito mais pelo o que sentem do que pelo o que ouvem?
É realmente certo manter uma relação a qual não existe essa plenitude, o prazer, a felicidade? E é tão errado viver o que sente como verdade para si? Por que não confiar no que é melhor para si, por mais que vá contra tudo o que essa moralidade impõe?
Não seria a maior traição dizer sim ao outro quando o que eu quero é dizer não?
Quando existe confusão, existe uma tendência a buscar ajuda no outro e o outro sempre vai trazer o olhar dele a partir do que ele viveu e acha que é certo, mas só você pide sentir o que é realmente genuíno e melhor. Mas é preciso se escutar, se permitir e mais ainda:





